Diabetes Melitus

Por Nilton Rodrigues Ribeiro
CREF.:002866-G/ES
04.08.2008

       Existem dois tipos de diabetes: O tipo 1, ou insulino-dependente no qual o individuo necessita de injeções diárias de insulina para controlar os níveis de glicose no sangue e o tipo 2 (não insulino dependente) em que o portador não precisa das injeções.

O diabetes melitus é uma disfunção do metabolismo dos carboidratos, ocasionada na maioria dos casos, por uma produção insuficiente de insulina (hormônio secretado pelo pâncreas) ou pela má utilização da insulina pelas células do corpo. Como a insulina é a substancia que facilita a entrada da glicose (carboidrato já digerido) nas células, sua falta faz o contrário, ou seja, leva ao acúmulo de glicose no sangue, provocando o que se chama de hiperglicemia. Ou seja, em outras palavras, ocorre um desperdício do açúcar ingerido, que do sangue é filtrado pelos rins e eliminado na urina. Por isso dizem que a urina das pessoas diabéticas é doce (glicosúria).

Segundo dados da OMS, existiam no Brasil em 1985 entre os dois tipos, 30 milhões de diabéticos. Agora existem 170 milhões, sendo a maioria esmagadora do tipo 2. Ou seja, cerca de 9 milhões de diabéticos não insulinos dependentes, e o pior é que maioria não sabe que está doente. Pois os sintomas não são do tipo que levam qualquer um ao hospital, mas do tipo que pode acometer por simples sintomas. Tais como: Aumento do volume urinário; Sede excessiva; Fome excessiva; Sensação de cansaço; Obesidade; Perda de Peso; Diminuição da visão; Furúnculos freqüentes; Cicatrização difícil e infecções de pele; Impotência sexual e Pressão arterial alta.

       O controle da doença é uma batalha diária que inclui necessariamente dieta e atividade física regular. Portanto a orientação médica, nutricional e um programa de exercícios físicos prescritos por um profissional de educação física pode ser fundamental para o controle da doença.